Com apoio da Séc. Cultura Jovens do Serviço de Convivência apresentam novas Esquetes

03 dez 2017 às 19:47

Os sombras, Chupa que é de manga, A história “Papi não sou Doente”, Os alienados, Pai vudu e suas previsões para 2018, Mesa de bar papo de mulher, A Herança, As bichas do maluco, Seu lunga, Os Desafinados de Baixio e o bebinho amigo de todos “Chama o deivin”.

Esses foram os esquetes apresentados na “Nossa Cultura, Nossa Historia” pelo prof. Célio Duarte e sua turma do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos do CRAS/Baixio e CIA de Arte Cênica Félix na noite de 30 de novembro no centro Comunitário de Baixio. Nove apresentações que levaram o público a dar boas risadas em mais uma espetáculo da juventude baixiense.

Contando com a parceria da sec. municipal de Cultura o professor Célio Duarte levou para o palco os adolescentes do CRAS em mais uma grande apresentação teatral. Para os jovens atores são vários os benefícios que as apresentações proporcionam além da perda da timidez o teatro serve para: estimular a imaginação; desenvolver a oralidade; incentivar o trabalho em grupo; aceitar as diferenças; estimular a transmissão de sentimentos e emoções.

Para o secretário de Cultura do município Reginaldo Pereira, esses eventos são de suma importância para o desenvolvimento de crianças e adolescentes. As vantagens são infinitas para o crescimento cultural e pessoal de cada um desses jovens. Assim como a dança e a música, as peças teatrais são fundamentais na formação cultural do ser, desperta o desejo ao conhecimento e estimula a reflexão. Afirmou Reginaldo!

Cada esquete apresentado dura pouco mais de 10 minutos, alguns com aspecto da vida cotidiana e outros baseados em personagens reais como a inconfundível ignorância do seu Lunga (personagem que ganhou fama como um notório personagem do folclore nordestino, era conhecido pela falta de paciência nas respostas), mais todas com muito humor.

Fonte: Click Ceará